quinta-feira, 28 de março de 2013

NAQUELE TEMPO . . .

NAQUELE TEMPO...
Na época da ditadura...
Podíamos acelerar os nossos automóveis pelas auto-estradas acima dos 120km/h sem nenhum risco e não éramos multados por radares maliciosamente escondidos mas..
Não podíamos falar mal do presidente
Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista mas...
Não podíamos falar mal do presidente
Podíamos dar piropos à funcionária, à menina do "guiché" das contas a pagar ou à recepcionista sem correr o risco de sermos processados por "assédio sexual" mas...
Não podíamos falar mal do presidente
Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei! preto!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por "discriminação" por esse motivo mas...
Não podíamos falar mal do presidente
Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos  jogados à vala da delinquência, sendo presos por estarmos "alcoolizados" mas...
Não podíamos falar mal do presidente
Podíamos cortar a árvore do quintal, empestada de praga, sem que isso constituísse crime ambiental mas...
Não podíamos falar mal do presidente
Podíamos ir a qualquer bar ou boite, em qualquer bairro da cidade, de carro, de autocarro, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, sequestrados ou assassinados mas...
Não podíamos falar mal do presidente
Hoje, na Ditadura da Democracia, a única coisa que podemos fazer...
...é falar mal do presidente!
Como os tempos mudaram...!!!


sábado, 23 de março de 2013

Campanha publicitaria

Engenhosa campanha publicitaria da Colgate

 

 

Colgate criou uma campanha publicitaria muito engenhosa para promover o seu

fio dental, para isso observem tranquilamente estas imagens antes que lhes explique

os detalhes principais ...

 


 
 

Bem, agora que já tiveram tempo de observar detalhadamente as imagens vamos

ao essencial:

 

. Na primeira imagem a mulher tem um dedo a mais.

. Na segunda há um braço fantasma

 

. Na terceira o homem só tem uma orelha.

 

Se não o notaram então a campanha publicitaria cumpriu o seu objectivo,

pois demonstrou que os restos de comida nos dentes chamam mais a

atenção que qualquer defeito físico.


terça-feira, 19 de março de 2013

Gripe A

LER COM ATENÇÃO E ATUAR EM CONFORMIDADE….


 

Prevenir é remediar.

Segundo os jornais, vamos ter um surto de gripe lá para meados de
Março. Assim reenvio esta recomendação/aviso que recebi hoje e que vou

 
seguir escrupulosamente.

Prevenção natural da gripe

O Dr. Vinay Goyal, urgentista reconhecido mundialmente, diretor de um
 
departamento de medicina nuclear, tiroídica e cardíaca pede para você
 
divulgar a mensagem abaixo para o maior número de pessoas possível, a
 
fim de contribuir para minimizar o número de casos da Gripe A, causada
 
pelo vírus H1N1.

"As únicas vias de acesso para o vírus da gripe são as narinas, a boca
 
e a garganta. Em relação a esta epidemia tão vastamente propagada,
 
apesar de todas as precauções, é praticamente impossível não estar em
 
contato com portadores do vírus que a promove. Contudo, alerto para o
 
seguinte: o problema real não é tanto o contato com o vírus, mas a sua
 
proliferação. Enquanto estamos em boa saúde e não apresentamos
 
sintomas de infecção da gripe A (H1N1), há precauções a serem tomadas
 
para evitar a proliferação do vírus, o agravamento dos sintomas e o
 
desenvolvimento das infecções secundárias. Infelizmente, estas
 
precauções, relativamente simples, não são divulgadas suficientemente
 
na maior parte das comunicações oficiais.

(porque será? Por ser barato demais e não haver lucros ?).

Eis algumas precauções:

1. Como mencionado na maior parte das publicidades, lave as mãos frequentemente.

2. Evite, na medida do possível, tocar no rosto com as mãos.

3. Duas vezes por dia, sobretudo quando esteve em contato com outras
 
pessoas, ou quando chegar em casa, faça gargarejos com água morna
 
contendo sal de cozinha. Decorrem normalmente 2 a 3 dias entre o
 
momento em que
a garganta e as narinas são infectadas e o aparecimento
 
dos sintomas. Os gargarejos feitos regularmente podem prevenir a
 
proliferação do vírus. De certa maneira, os gargarejos com água
 
salgada têm o mesmo efeito, numa pessoa em estado saudável, que a
 
vacina sobre uma pessoa infectada. Não devemos subestimar este método
 
preventivo simples, barato e eficaz. Os vírus não suportam a água
 
morna contendo sais.

4. Ao menos uma vez por dia, à noite, por exemplo, limpe as narinas
com a água morna e sal. Assoe o nariz com vigor, e, em seguida, com um
 
cotonete para ouvidos (ou um pouco de algodão) mergulhado numa solução
 
de água morna com sal, passe nas duas narinas. Este é um outro método
 
eficaz para diminuir a propagação do vírus. O uso de potes nasais para
 
limpeza das narinas, contendo água morna e sal de cozinha, é um
 
excelente método para retirar as impurezas que albergam os vírus e
 
bactérias; trata-se de um costume milenar, da Índia.

5. Refor
e
e o seu sistema imune comendo alimentos ricos em vitamina C.
 
Se a vitamina C for tomada sob a forma de pastilhas ou comprimidos,
 
assegure-se de que contem Zinco, a fim de acelerar a absorção da vit.
 
C.

6. Beba tanto quanto possível bebidas quentes (chás, café, infusões
etc.). As bebidas quentes limpam os vírus que podem se encontrar
depositados na garganta e em seguida depositam-nos no estômago onde
 
não podem sobreviver, devido o pH local ser ácido, o que evita a sua
 
proliferação."

Amigo (a): Será uma grande contribuição se você fizer chegar esta
mensagem ao maior número de pessoas possível. Você prestará um serviço
 
de grande utilidade pública, ajudando no combate desta gripe que já
 
dizimou tantas pessoas.


domingo, 17 de março de 2013

APOSENTAÇÃO (CORTES NAS PENSÕES) - OU UM CONFLITO DE GERAÇÕES


Artigo de António Alves Caetano, irmão de Marcello Caetano, que os jornais se recusam a publicar, sobre as pensões dos reformados e pensionistas.

 

Estimados Amigos,

Como os jornais não publicam as cartas que lhes remeto e preciso de desabafar, recorro aos meus correspondentes "Internéticos", todos os amigos que constam da minha lista de endereços.
  Ainda que alguns não liguem ao que escrevo.

Não sei a que se refere o Senhor Primeiro-Ministro quando afirma ser a penalização fiscal dos pensionistas resultante de todos aqueles que, em Portugal, "descontaram para ter reformas, mas não para terem estas reformas".

Pela fala do Senhor Primeiro-Ministro fica-se a saber da existência de pensões de aposentadoria que estão acima daquilo que resultaria da correta aplicação do Cálculo Actuarial aos descontos que fizeram.

Sendo assim - e não há razões para admitir que o Senhor Primeiro-Ministro não sabe o que diz - estamos perante situações de corrupção. Porque o Centro Nacional de Pensões e a Caixa Geral de Aposentações só podem atribuir pensões que resultem da estrita aplicação daqueles princípios actuariais aos descontos feitos por cada cidadão, em conformidade com as normas legais.

Portanto, o Estado tem condições de identificar cada uma dessas situações e de sancioná-las, em conformidade com a legislação de um Estado de Direito, como tem de sancionar os agentes prevaricadores, que atribuíram pensões excessivas.

Mas, é completamente diferente a situação face aos cidadãos que celebraram contratos com o Estado. Esse contrato consistia em que, ano após ano, e por catorze vezes em cada ano, o cidadão entregava ao Estado uma quota das suas poupanças, para que o mesmo Estado, ao fim dos quarenta anos de desconto lhe devolvesse essa massa de poupança em parcelas mensais, havendo dois meses em que era a dobrar, como acontecera com os descontos.

E tem de ser assim durante o tempo em que o cidadão estiver vivo e, em parte mais reduzida, mas tirada, ainda, da mesma massa de poupança individual, enquanto houver cônjuge sobrevivo.

E esta pensão tem o valor que o Estado, em determinado momento, comunicou ao cidadão que passava a receber. Não tem o valor que o cidadão tivesse querido atribuir-lhe.

Portanto, o Estado Português, pessoa de bem, que sempre foi tido como modelo de virtudes, exemplar no comportamento, tem de continuar a honrar esse estatuto.

Para agradar a quem quer que seja que lhe emprestou dinheiro para fazer despesas faraónicas, que permitiram fazer inumeráveis fortunas e deram aos políticos que assim se comportaram votos que os aconchegaram no poder, o Estado Português não pode deixar de honrar os compromissos assumidos com esses cidadãos que, na mais completa confiança, lhe confiaram as suas poupanças e orientaram a sua vida para viver com a pensão que o Estado calculou ser a devida.

As pensões que correspondem aos descontos que cada qual fez durante a vida cativa nunca poderão ser consideradas excessivas. Esses Pensionistas têm de merecer o maior respeito do Estado. Têm as pensões 
 que podem ter, não aquelas que resultariam do seu arbítrio.

E é este o raciocínio de pessoas honestas. Esperam que o Estado sempre lhes entregue aquilo que corresponde à pensão que em determinado momento esse mesmo Estado, sem ser coagido, lhes comunicou passariam a receber na sua nova condição de desligados do serviço activo. Ou seja, a partir do momento em que era suposto não mais poderem angariar outro meio de sustento que não fosse a devolução, em fatias mensais, do que haviam confiado ao Estado para esse efeito.

Os prevaricadores têm de ser punidos, onde quer que se situem todos quantos permitiram que, quem quer que seja, auferisse pensão desproporcionada aos descontos feitos, ou mesmo, quem sabe, sem descontos. Sem esquecer, claro está, os beneficiários da falcatrua.

Mas, é impensável num Estado de Direito que, a pretexto dessas situações de extrema irregularidade, vão ser atingidos, a eito, todos aqueles que, do que tiraram do seu bolso durante a vida ativa, recebem do Estado a pensão que esse mesmo Estado declarou ser-lhes devida.

Como é inadmissível que políticos a receberem ordenado de função, acrescido de benesses de vária ordem proporcionadas por essa mesma função, considerem que pensões obtidas regularmente, com valores mensais da ordem de 1.350 Euros proporcionam vida de luxo que tem de ser tributada, extraordinariamente.


António Alves Caetano

 


quarta-feira, 6 de março de 2013

Sunday Bloody Sunday

The Beatles

Amigos,
A música é sobejamente conhecida. O que eu não conhecia, e vos recomendo, é ir direto ao minuto 5:35 e ouçam em bom português do Brasil "pega o cavaquinho".
Eu não sabia, mas a língua portuguesa também passa, desta forma, pelo vastíssimo repertório dos Beatles, ficando assim na história da humanidade.