terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Uma ponte como você nunca viu

Sunken Bridge

Uma ponte que divide as águas de um lago calmo e silencioso: essa é a visão de quem chega ao Fort de Roovere, que é recortado pela Sunken Bridge, uma ponte de pedestres bastante inusitada.

A construção foi originalmente projetada como uma forma de atravessar um dos lagos criados na região conhecida como "West Brabant Water Line", parte das linhas de defesa Holandesa.
O projeto e sua execução se deram durante o século XVII, protegendo os Países Baixos da invasão de França e Espanha. O fosso é fundo o suficiente para que seja impossível de se atravessar marchando, mas, ao mesmo tempo, muito raso para que qualquer embarcação de grande porte conseguisse navegar por ele.
Conhecida também como A Ponte de Moisés (em referência à passagem bíblica em que o Mar Vermelho é dividido ao meio para a passagem de pedestres), a Sunken Bridge é praticamente invisível aos olhos a longas distâncias. Isso é proporcionado pelo nível da água, que chega até a borda da ponte.

A ponte foi revestida com Accoya, um tipo de madeira que passa por um processo de modificação atóxico e que ajuda a prevenir a degradação por fungos, aumentando sua durabilidade, sendo um material perfeito para a construção de uma ponte submersa.






 

Todos os gatos deviam ter um cão

Quanta ternura!!

 

Os animais são maravilhosos!

 

 

Todos os gatos deviam ter um cão 


 


















Peregrinos de Santiago Compostela

 

 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Bancários: Desmontemos os Falsos Argumentários

Já o escrevi numa rede social: os sindicatos dos bancários são como as Obrigações de Contingência dos Bancos, pois designam-se como "CoCo's"!!!!
Os bancários estão entregues à "bicharada". Todos nós deixamos que isto resvalasse para uma situação de total ausência de respeito. A culpa é nossa.
Eu tentei dar o meu contributo, participando numa "aventura" de uma candidatura independente ao SBN, mas os bancários não quiseram mudanças. Quiseram o CoCo do costume: ser (mal) administrados por interesses pessoais e partidários.
Relatei aqui a minha revolta pelo caso do Millennium bcp em concreto e da respetiva Comissão de Trabalhadores. Em vez de assumirem com humildade o falhanço completo de longos anos de "establishment" na comissão de trabalhadores, fui atacado indecentemente como se estive a dizer algo merecedor de censura. Era a mais pura das verdades! Mas as direções dos sindicatos, bem como alguns sindicalistas, não podem viver com a verdade. Preferem a fantasia...





"As nossas direcções sindicais? Preguiçosas, incompetentes e medrosas. Têm um argumento irrefutável: representam as pessoas que pensam o sindicalismo como eles."

«DESMONTEMOS OS FALSOS ARGUMENTÁRIOS

Alguem se recorda dos argumentos apresentados nos últimos 20 anos para introduzir as externalizações de tarefas e o outsourcing na banca?

Nós recordamos. Iam tornar as instituições mais competitivas, fazer baixar o preço de produtos e serviços bancários, melhorar a sua qualidade, libertar os quadros para tarefas mais proactivas e de valor acrescentado.

Talvez seja chegada a altura de perguntar aos clientes o que pensam dos preços e qualidade dos serviços prestados pela banca, se não tivermos ainda tirado conclusões.

A competitividade da banca está à vista: metade dos bancos portugueses está em dificuldades, sendo que dois ou três em situação de falencia. Agradeçamos aos seus quadros superiores, que, ao contrário do bancário comum, viram salários e prémios aumentar exponencialmente. Atentando às suas retribuições, seria de esperar executivos brilhantes que iriam levar as suas empresas a bom porto, ultrapassando escolhos e dificuldades. Não aconteceu.

Em relação aos bancários, está tudo dito. Sentimo-lo na pele. As direcções sindicais reagiram com, digamos, até obtermos provas em contrário, passividade, perante a crescente externalização dos serviços da banca. E nós , classe bancária, tudo permitimos.

Era certo que, a curto prazo, os fundos de pensões iriam ter problemas e seriam de alguma forma descartados para o Estado. Sem bancários novos a descontar, como iriam sobreviver? Mais uma vez, complacencia das direcções sindicais, mais preocupadas em promover viagens, torneios de futebol e excursões pedestres.

Agora, no espaço de pouco mais de um ano, foram-se os fundos de pensões; foram-se os empregos certos; e ir-se-à ao ACT bancário, se não reagirmos.

Tiremos o chapéu às administrações dos bancos : os seus planos foram e estão a ser concretizados ao milimetro. Aliàs, agiram brilhantemente.

As nossas direcções sindicais? Preguiçosas, incompetentes e medrosas. Têm um argumento irrefutável: representam as pessoas que pensam o sindicalismo como eles.

Mas, no fundo, a grande parte da culpa é dos bancários. Tudo permitimos a esta gente, tudo aceitamos, e estamos a pagar a factura».

Fonte: MUDAR Bancários

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013