domingo, 27 de novembro de 2011

COMO CHAMAR A POLÍCIA EM PORTUGAL...


COMO CHAMAR A POLÍCIA EM PORTUGAL...
Para utilizar em caso de necessidade, sabe-se lá se um dia nos acontece

APRENDAM... 
 

 
 
Tenho um sono muito leve, e numa noite destas notei que estava alguém a andar sorrateiramente no quintal de casa.

Levantei-me em silêncio e fui acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta a passar pela janela do quarto.

Como a minha casa até é muito segura, com alarme, grades nas janelas e nas portas, não fiquei preocupado, mas claro que eu não ia deixar um ladrão andar ali tranquilamente.

Telefonei para a polícia, a informar sobre a ocorrencia e dei a minha morada. 
Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa. Esclareci que não. Então disseram-me que não tinham nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém logo que fosse possível.

Um minuto depois liguei de novo e disse com a voz calma:
Eu liguei há pouco porque estava alguém no meu quintal. É para informar que já não é preciso muita pressa, porque eu já matei o ladrão com um tiro de uma pistola calibre 9 mm, que tinha guardada cá em casa, já há anos para estas situações. O tiro fez um belo buraco no pobre diabo!
Passados menos de três minutos, estavam na minha rua cinco carros da polícia, um carro do INEM, uma unidade de resgate, duas equipas da TVI, uma da SIC e um representante duma entidade de direitos humanos.
Acabaram por prender o ladrão em flagrante, que ficou boquiaberto a olhar tudo o que se estava a passar, com cara de parvo.
Talvez ele estivesse a pensar que aquela era a casa do Comandante Geral da PSP.
No meio do tumulto, o policia encarregue desta operação, aproximou-se de mim e disse-me:
-Pensei que tivesse dito que tinha morto o ladrão !!!
Eu respondi:
- Pensei que tivesse dito que não havia nenhuma viatura disponível!  

Simplesmente deliciosa

Um homem estava farto e cansado de todos os dias sair para trabalhar enquanto a mulher ficava em casa.

Com alguma inveja e surpresa reparou que a esposa recebeu no Dia das Mulheres uma série de cumprimentos.

Ele bem que gostava que ela soubesse o que é que ele passava a trabalhar, e então rezou fervorosamente:

 

 

 

«Senhor Deus: Todos os dias vou trabalhar durante 8 horas e a minha mulher, meramente, fica em casa.

Eu gostava que ela soubesse o que eu passo.

Assim, por favor, faça uma troca dos nossos corpos por um dia só.  Amen!»

 

Poof !!!

 

Deus na sua infinita bondade e sabedoria, satisfez o pedido do homem.

 

 

 

Na manhã seguinte, o homem acordou como mulher.

E levantou-se

 

 

Preparou o pequeno-almoço para o marido, acordou os miúdos

 

 

 

Vestiu-lhes as roupas da escola, deu-lhe de comer o pequeno-almoço,

 

 

 

Meteu nas mochilas as suas merendas, levou-os à escola.

 

 

 

Foi a compras e passou pelo Banco para fazer um depósito,

 

 

 

 

 

Faz o pagamento das contas e o balancete na caderneta de cheques

 

 

 

Limpa a caixa do gato e dá banho ao cachorro.

Já é quase 1H00 da tarde

 

 

 

Rapidamente faz as camas…

 

 

 

… lava a roupa …

 

 

 

…aspira a casa e lava o banheiro e a cozinha …

 

 

 

… Corre para a escola para pegar os miúdos com quem fala dos estudos pelo caminho…

Arranja-lhes leite e doces e …

 

 

 

… dá-lhes atenção a fazerem os trabalhos de casa. Logo a seguir …

 

 

 

… vai de passar a ferro enquanto, esporadicamente, espreita a TV .  Já são 4:30 da tarde

 

 

 

…('ele') começa a descascar as batatas e a lavar os vegetais para a salada…

 

 

 

…enrola bolinhas de carne e prepara os feijões para a sopa…

 

 

 

Limpa a cozinha e prepara a máquina de lavar louça…

 

 

 

Arruma a roupa, dá banho aos miúdos e mete-os na cama. Já são 9:00 da noite

 

 

 

'Ele' (feito ela) está exausta e pensou que o seu trabalho doméstico ainda não tinha acabado.

Foi para a cama quando o 'marido' aparece desejando fazer amor…

Ela lá arranjou meios de o satisfazer, sem se queixar.

 

Na manhã seguinte mal acordou,

saltou da cama, ajoelhou-se e rezou com fervor:

 

 

 

« Senhor, nem sei o que é que me passou pela cabeça.

Eu estava tão errado de invejar a minha mulher por ficar em casa todo o dia.

Por favor, Oh! Oh! Por favor troca de novo os nossos corpos. Amen »

 

E o Senhor na sua infinita bondade e sabedoria, replicou :

 

« Meu filho, vejo e sinto que aprendeste bem a lição e ficarei feliz em colocar as coisas como eram dantes.

Só que terás de esperar apenas NOVE MESES.

É que tu engravidaste a noite passada!

 

**********

Partilha esta mensagem com todas as tuas amigas para darem uma boa gargalhada … a para os homens que têm jogo de cintura !!!

 



terça-feira, 22 de novembro de 2011

Cuidado com a "continha" no restaurante... (UTILIDADE PÚBLICA)

Pois é um facto.
Exemplo recente, são as facturas do restaurante do Museu de arte Antiga em Lx !
Como faço depressa contas de cabeça, fingiram-se muito admirados, mas... a cena repetiu-se semanas depois com amigos nossos.

Não basta conferir o que se consumiu, pois o truque está na soma.

Está na hora de ser mais cuidadoso, e usem o telemóvel também para isto se não tiverem uma máquina de calcular à mão, ou então... puxem pelos neurónios.

 

Quando vamos a um restaurante, chegada a hora de conferir a conta, geralmente só contamos se bebemos X refrigerantes, X pratos, etc...
Mas...
VOCÊ SOMA OS VALORES PARA SABER SE A CONTA ESTÁ CERTA ? ? ?
Então, aqui vai um desafio: pegue na calculadora, some ESTA conta anexa... E COMPARE O RESULTADO ! 

        2,90

    5,80

        33,60

    4,50

  18,80

  18,80

  23,00

    3,90

111,30


Descobrimos como conseguem adulterar uma calculadora para tirar vantagem. Coloca-se na memória, um valor que será transmitido à conta final. Isto é, se na memória positiva for colocado 20,00€, este valor fica no final da conta, mas não aparece no demonstrativo.
O que achou ?
Este, é mais um recurso para nos ROUBAR !
CONFIRA MAIS SUAS CONTAS A PARTIR DE HOJE !

 CONFERIR A CONTA, NÃO É FALTA DE EDUCAÇÃO !


A BANDA DESENHADA QUE EMOCIONOU O MUNDO... Max Gehringer

 


 

 


 

 


 

Quando tu eras bem pequeno...

...eles gastavam horas a ensinar-te a usar os talheres nas refeições...

... ensinaram-te a vestir, a amarrar os cordões dos sapatos, a abotoar a camisa..

limparam-te quando sujavas as fraldas, ensinaram-te a lavar o rosto e a tomar banho, a pentear os teus cabelos...

...ensinaram-te valores humanos...

Por isso...

...quando eles ficarem velhos um dia...

...quando eles começarem a ficar mais esquecidos e demorarem a responder...

...não te chateies com eles...

...quando eles começarem a esquecer-se de fechar os botões da camisa, de amarrar os cordões dos sapatos...

...quando eles começarem a sujar-se nas refeições...

...quando as mãos deles começarem a tremer enquanto penteiam cabelo...

...por favor, não os apresses... Porque tu estás a crescer aos poucos, e eles estão a envelhecer...

...basta a tua presença... a tua paciência... a tua generosidade... a tua retribuição...

...para que os corações deles fiquem aquecidos...

...se um dia eles não conseguirem equilibrar-se ou caminhar direito...

...segura firmemente as mãos deles e acompanha-os bem devagar respeitando o ritmo deles durante a caminhada... da mesma forma que eles respeitaram o teu ritmo quando te ensinaram a andar...

Fica perto deles... Assim como...

...eles sempre estiveram presentes na tua vida, sofrendo por ti... Torcendo por ti...

e vivendo "POR TI"

"Não eduques o teu filho para ser rico, educa-o para ser feliz".

"Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO"

(Max Gehringer)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Pela saude do seu coração

Bem me parecia...
Tinha que haver uma explicação!!!...
E anda aí tanta gente a gastar dinheiro em ginásios.....

sábado, 19 de novembro de 2011

Artigo sobre o caldo verde - Surpreendente

O CALDO VERDE EVITA O CANCRO!

Por Manuel Luciano da Silva, Médico
 

Muita gente sabe que o caldo verde é uma sopa de couve portuguesa, tipicamente  do norte de Portugal Continental,  mas  muito divulgada por todo o país.

Couve é o  nome genérico que se usa para  descrever uma grande família  de hortaliça  caracterizada  por folhas largas, esverdeadas e muito ricas em nervuras, fibra e vitaminas.  Existe uma variedade de couves:   couve galega, couve lombarda, couve crespa, couve penca, couve tronchuda,  couve bastarda, couve repolho, couve bróculo roxo, couve bróculo branco e até couve flor!  Mas a couve preferida para se
 fazer o caldo verde,  como deve ser,  é a couve chamada galega, muito cultivada na Província do Minho em Portugal.

Na Nova Inglaterra os nossos emigrantes cultivam nos seus quintais a  couve galega,  depois de usar vários truques para passarem, contra a lei,  na alfândega as sementes desta  couve preferida.  Na América há uma couve semelhante à galega  que  tem o nome de: "collards".

Devido  às  temperaturas  negativas as couves galegas não se aguentam ao relento durante os meses de inverno e assim a nossa gente usa um tipo de couve crispada chamada "kale". Mas o caldo feito de "Kale" não é genuinamente caldo verde. Perde a sua característica,  não pelo tipo diferente de couve, mas sim pelos ingredientes que as cozinheiras imigrantes lhe adicionam e que não devem fazer parte da receita do caldo verde.

Sucede que a composição da "kale soup" é muito complexa: além da couve ou "kale", leva carne de vaca, carne de porco, chouriço, ou linguiça, feijão, batata, cenoura, água, sal  e mais não sei quê. Gostosa? Sim, senhor, mas é tão concentrada, é tão forte que até faz lembrar cimento armado ou entulho!...

Em contrapartida  a receita do caldo verde é muito simples: água, sal, batata ralada, couves cortadas  às tiras fininhas, azeite português e mais nada!

No entanto há muitas donas de casa que não sabem cozinhar  o caldo verde como deve ser. Não fazem caldo verde para os seus familiares por que dá muita maçada a cortar as couves às tiras muito fininhas...


Mas talvez a razão principal seja por  as cozinheiras portuguesas  na América pensarem que o caldo verde por ter tantas couves não  tem nenhum valor nutritivo, não presta para nada! Como estais enganadas, minhas senhoras!

Se vos disser que de todos os cozinhados tipicamente portugueses o caldo verde é o melhor para a  nossa saúde?! Que pensais se vos disser,   como médico,  que o caldo verde evita o cancro?! E se vos disser  que o caldo verde evita os ataques do coração por reduzir no sangue o colesterol, pensais que é fantasia!?  E se vos disser mais: que o caldo verde evita as pedras na vesícula  e evita as hemorróidas?!

 É caso para perguntardes: se isso é verdade, porque é que levou tanto tempo a descobrir que o caldo verde é tão milagroso?!

DOUTOR BURKITT
 
Na década de setenta o famoso médico inglês Burkitt chefiou um grupo de médicos da Grã Bretanha que foram para a África  Central estudar as diferenças entre as doenças que existem na selva e na zona metropolitana de Londres.

Depois de estudos muito apurados o Dr. Burkitt veio a descobrir que existe no continente africano um tipo de cancro  diferente  que é causado por um vírus. Esta descoberta foi sensacional porque provou-se, pela primeira vez, que certos tipos de cancro podem ser causados por vírus.  Em honra desta descoberta  o mundo médico mundial passou a chamar a este tipo de cancro:  Linfoma não-Hodgkin de Burkitt.

Revelo esta informação médica  a respeito do Dr. Burkitt para os leitores melhor  apreciarem  o calibre das observações que a equipa do Dr. Burkitt veio a registar  no que diz respeito às diferenças  que existem  entre a dieta dos nativos  africanos e a dieta do povo londrino.

Primeiro os médicos ingleses verificaram  que os nativos nunca tinham prisão de ventre, não contraiam cancro do recto, não tinham ataques do coração, não sofriam de hemorróidas, nem  apendicite aguda!

Surpreendidos com estes factos os médicos britânicos constataram que os nativos africanos defecavam ou obravam, durante 24 horas, um volume, QUATRO VEZES  maior do que qualquer cidadão inglês!

Admirados com este achado, os mesmos médicos prosseguindo com as suas pesquisas concluíram que a diferença dramática de saúde entre o povo inglês e os nativos em África se devia ao facto dos africanos comerem NOVENTA POR CENTO   de ALIMENTOS RICOS  em FIBRAS VEGETAIS,  que não chegam a ser absorvidos no intestino e  saem nas fezes praticamente intactos, aumentando assim o volume fecal, evitando  portanto a prisão de ventre!

Nos últimos anos mais de mil especialistas em todo o mundo têm publicado artigos em jornais e revistas médicas  sobre  as observações da equipa médica do Dr. Burkitt, CONFIRMANDO que os alimentos melhores para a nossa saúde são aqueles que têm mais fibras vegetais não-reabsorvíveis e que  nos obrigam a visitar mais vezes a retrete....  Eu tive oportunidade de ouvir uma conferência sobre este assunto pelo Dr. Burkitt,  há vários anos, no Hospital de Roger Williams,  em  Providence,  Rhode Island,  na qual o famoso médico usou esta frase bombástica: "É MAIS IMPORTANTE SABERMOS O VOLUME DA MERDA DIÁRIA UMA PESSOA DO QUE O VALOR DO SEU AÇÚCAR OU DO SEU COLESTEROL!"

BENEFÍCIOS  DO CALDO VERDE
 
Para apreciarmos as maravilhosas qualidades do caldo verde temos que primeiro  analisar o nosso aparelho  digestivo. Qual é o comprimento do nosso tubo digestivo?  Qual é a distância que vai da boca até ao ânus? Resposta: O comprimento do nosso tubo digestivo é quase SETE vezes a altura de cada pessoa! Deste modo se um homem tem de altura um metro e meio, o seu tubo digestivo possui DEZ METROS de comprimento!


É igual à mangueira de regar o quintal!...

Agora compreendemos melhor porque é que a Natureza exige que a nossa alimentação contenha 90 por cento  de alimentos com fibras vegetais que não sejam reabsorvidas. É  preciso que a nossa alimentação contenha substâncias que não desapareçam, que não sejam reabsorvidas, no percurso do tubo  digestivo, porque de contrário não chegará nada ao fim do canal que tem em média mais de dez metros de comprimento...

Analisemos agora  o conteúdo do caldo verde:
 
COUVES -  As couves são a parte mais importante do caldo verde porque são muito ricas em fibras não-reabsorvíveis.  Além disso as couves são muito ricas em vitamina A  e  complexos B (tiamina, riboflavina e niacina). Possuem  também cálcio, ferro, fósforo, potássio,  mas  têm poucas calorias.

AZEITE -- O azeite deve ser português porque é muito rico em ácidos não-saturados que fazem baixar o colesterol mau.

BATATA --  serve para amaciar, tornar  mais homogéneo o sabor do caldo verde e o seu valor calórico não está fora de ordem.

ÁGUA QUENTE -- A água quente do caldo verde é muito importante, porque faz funcionar muito melhor  os sucos digestivos e os fermentos ou enzimas do aparelho digestivo. A água quente faz descontrair os
 esfíncteres ou válvulas do aparelho digestivo, estimula a contracção normal da  vesícula biliar e relaxa o estômago  e os  intestinos delgado e grosso, tornando a nossa digestão agradável e saudável.

SAL-- Não deve ser exagerado. Só o preciso!

CHOURIÇO --  O chouriço - para ser cortado às rodelas e pôr no caldo verde -- deve ser cozido à parte para se  deitar fora a água porque esta contem  os produtos cancerígenos do  chouriço  devido ao processo de ter sido defumado.

 BROA -- A broa deve ser à moda portuguesa feita com o farelo  e farinha  de milho  como se coze na  nossa terra.

 Quem comer uma malga de caldo verde todos os dias não tem prisão de ventre! Quem não tem prisão de ventre não tem hemorróidas! Por outro lado  uma pessoa fazendo as suas necessidades diariamente, o fígado é obrigado a produzir mais bílis e a  vesícula a expelir mais sais biliares  para untar a tripa por dentro para que os alimentos deslizem melhor. Deste modo saindo mais bílis (rica em colesterol)  para o exterior  através  das fezes, dá-se uma baixa de colesterol no sangue, diminuindo os riscos de ataques cardíacos e de pedras da vesícula (compostas por colesterol)! O caldo verde faz também  com que a pessoa emagreça e se torne mais saudável e mais feliz.



CANCRO DO CÓLON
 

Tem-se verificado uma relação directa entre a prisão de ventre e o cancro do cólon ou do intestino grosso. Porquê?  Porque quando há prisão de ventre as fezes ficam paradas no intestino grosso, ou cólon e assim  os produtos tóxicos  contidos nas FEZES RETIDAS bombardeiam as células da mucosa intestinal de tal maneira  que com a  REPETIÇÃO deste processo  desencadeia-se  o princípio do cancro do cólon ou do intestino grosso que é uma doença terrível!

Como contra prova dos estudos que a  equipa do Dr. Burkitt  observou em África,   deram-se  aos nativos africanos   dietas  iguais  à que os ingleses e americanos usam com McDonalds, "ice cream" ou sorvetes, pizzas, lasanhas, batatas fritas, etc. Inverteu-se a dieta: em vez de 90 % de dieta com vegetais os nativos africanos  passaram a ter uma dieta de SÓ DEZ  por cento de vegetais.

Resultados: Os nativos começaram a engordar, o colesterol começou a subir, passaram a ter prisão de ventre e a desenvolver hemorróidas como os ingleses e os americanos!

Parece incrível, mas é verdade! No fim do século XX são os povos primitivos a ensinar ao homem civilizado, ao homem dos produtos sintéticos e das pastilhas qual é a alimentação mais saudável!

Há mais de 40 anos visitei as Termas de Melgaço no Norte de Portugal. Estas termas são especialmente dedicadas a  doentes diabéticos, cardíacos e renais. Observei então que fazia parte do tratamento obrigatório, a todas as refeições diárias,  um grande prato de caldo verde.  E todo o doente que quisesse  comer fora das três  refeições só podia  comer mais  outro prato de caldo verde!  O certo é que todos os doentes melhoravam das suas enfermidades!

Ainda hoje em Coimbra quando os estudantes fazem uma farra ou há uma reunião de curso e se come e  se bebe exageradamente... depois duma bela  guitarrada,  à meia noite,  serve-se sempre um caldo verde -- bem quente --  para "limpar e acalmar as entranhas"... Quando tiver uma festa grande em sua casa faça o mesmo: ofereça aos seus convidados um caldo verde para   despedida e para terem boa viajem!...


RECEITA DO CALDO VERDE À MODA  DE VALENÇA DO MINHO
 
Dois  litros de água; 4 colheres de sopa de azeite português; 750
gramas de batatas; 1 ou 2 couves galegas conforme o tamanho; sal; 1
chouriço (cozido à parte); broa.


TÉCNICA:  Deita-se a água numa panela com o azeite e as batatas
descascadas cortadas em 4 pedaços.  Põe-se sal quanto baste e deixa-se
ferver. Quando as batatas estiverem cozidas, tiram-se e passam-se por
um passador.  Voltam à panela para apurar. Entretanto cortam-se as
couves  em tiras o mais fino possível. Lavam-se e deitam-se na panela
QUINZE minutos antes da sopa  ser servida, deixando a panela ferver
DESTAPADA.  Serve-se o caldo verde em  tigelas de barro, com uma
rodela de chouriço e um bocadinho de broa.
 Como  já se encontram  à venda na Nova Inglaterra as deliciosas
sardinhas portuguesas congeladas, pode ser que algum dia algum
comerciante se lembre de fazer  coisa semelhante  e nos mande  as
couves galegas já cortadas às tirinhas em caixinhas congeladas,
prontas a meter na panela,  para saborearmos,  mesmo durante o Inverno
severo na  América,  o nosso  genuíno
caldo verde!




Todos os ditados

A ambição cerra o coração
A pressa é inimiga da perfeição
Águas passadas não movem moinhos
Amigo não empata amigo
Amigos amigos negócios à parte
Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura
A união faz a força
A ocasião faz o ladrão
A ignorância é a mãe de todas as doenças
Amigos dos meus amigos, meus amigos são
A cavalo dado não se olha a dente
Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não enganam o mundo
Antes só do que mal acompanhado
A pobre não prometas e a rico não devas.
A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina
A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo
A boda e a baptizado, não vás sem ser convidado
A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha
A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata
A necessidade aguça o engenho
A noite é boa conselheira
A ocasião faz o ladrão
A preguiça é mãe de todos os vícios
A palavra é de prata e o silêncio é de ouro
A palavras (ocas|loucas) orelhas moucas
A pensar morreu um burro
A roupa suja lava-se em casa
Antes só que mal acompanhado
Antes tarde do que nunca
Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam
Ao rico não faltes, ao pobre não prometas
As palavras voam, a escrita fica
As (palavras ou conversa …) são como as cerejas, vêm umas atrás das outras
Até ao lavar dos cestos é vindima
Água e vento são meio sustento
Águas passadas não movem moinhos
Boi velho gosta de erva tenra
Boca que apetece, coração que padece
Baleias no canal, terás temporal
Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia
Boa romaria faz, quem em casa fica em paz
Boda molhada, boda abençoada
Burro velho não aprende línguas
Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura
Cada cabeça sua sentença
Chuva de São João, tira vinho e não dá pão
Casa roubada, trancas à porta
Casarás e amansarás
Criou a fama, deite-se na cama
Cada qual com seu igual
Cada ovelha com sua parelha
Cada macaco no seu galho
Casa de ferreiro, espeto de pau
Casamento, apartamento
Cada qual é para o que nasce
Cão que ladra não morde
Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato
Com vinagre não se apanham moscas
Coma para viver, não viva para comer
Com o direito do teu lado nunca receies dar brado
Candeia que vai à frente alumia duas vezes
Casa de esquina, ou morte ou ruína
Cada panela tem a sua tampa
Cada um sabe as linhas com se cose
Cada um sabe de si e Deus sabe de todos
Casa onde entra o sol não entra o médico
Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém
Cesteiro que faz um cesto faz um cento,se lhe derem verga e tempo
Com a verdade me enganas
Com papas e bolos se enganam os tolos
Comer e o coçar o mal é começar
Devagar se vai ao longe
Depois de fartos, não faltam pratos
De noite todos os gatos são pardos
Desconfia do homem que não fala e do cão que não ladra
De Espanha nem bom vento nem bom casamento
De pequenino se torce o pepino
De grão a grão enche a galinha o paparrão
Devagar se vai ao longe
De médico e de louco, todos temos um pouco
Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és
Diz o roto ao nu "Porque não te vestes tu?"
Depressa e bem não há quem
Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer
Depois da tempestade vem a bonança
Da mão à boca vai-se a sopa
Deus ajuda, quem cedo madruga
Dos fracos não reza a história
Em casa de ferreiro, espeto de pau
Enquanto há vida, há esperança
Entre marido e mulher, não se mete a colher
Em terra de cego quem tem olho é rei
Erva daninha a geada não mata
Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão
Em tempo de guerra não se limpam armas
Falar é prata, calar é ouro
Filho de peixe, sabe nadar
Gaivotas em terra, tempestade no mar
Guardado está o bocado para quem o há de comer
Galinha de campo não quer capoeira
Gato escaldado de água fria tem medo
Guarda o que comer, não guardes o que fazer
Homem prevenido vale por dois
Há males que vêm por bem
Homem pequenino ou velhaco ou dançarino
Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto
Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos maus, serás pior do que 
eles
Lua deitada, marinheiro de pé
Lua nova trovejada, 30 dias é molhada
Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão
Longe da vista, longe do coração
Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar
Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital
Manda quem pode, obedece quem deve
Mãos frias, coração quente
Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de sardinha
Mais vale cair em graça do que ser engraçado
Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo
Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto
Madruga e verás trabalha e terás
Mais vale um pé no travão que dois no caixão
Mais vale uma palavra antes que duas depois
Mais vale prevenir que remediar
Morreu o bicho, acabou-se a peçonha
Muita parra pouca uva
Muito alcança quem não se cansa
Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá
Muito riso pouco siso
Muitos cozinheiros estragam a sopa
Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe
Nuvem baixa sol que racha
Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu
Nem tudo o que reluz é ouro
Não há bela sem senão
Nem tanto ao mar nem tanto à terra
Não há fome que não dê em fartura
Não vendas a pele do urso antes de o matar
Não há duas sem três
No meio é que está a virtude
No melhor pano cai a nódoa
Nem contas com parentes nem dívidas com ausentes
Nem oito nem oitenta
Nem tudo o que vem à rede é peixe
No aperto e no perigo se conhece o amigo
No poupar é que está o ganho
Não dá quem tem, dá quem quer bem
Não há sábado sem sol, domingo sem missa nem segunda sem preguiça
O saber não ocupa lugar
Os cães ladram e caravana passa
O seguro morreu de velho
O prometido é devido
O que arde cura o que coça sara e o que aperta segura
O segredo é a alma do negócio
O bom filho à casa retorna
O casamento e a mortalha no céu se talha
O futuro a Deus pertence
O homem põe e Deus dispõe
O que não tem remédio remediado está
O saber não ocupa lugar
O seguro morreu de velho
O seu a seu dono
O sol quando nasce é para todos
O óptimo é inimigo do bom
Os amigos são para as ocasiões
Os opostos atraem-se
Os homens não se medem aos palmos
Para frente é que se anda
Pau que nasce torto jamais se endireita
Pedra que rola não cria limo
Para bom entendedor meia palavra basta
Por fora bela viola, por dentro pão bolorento
Para baixo todos os santos ajudam
Por morrer uma andorinha não acaba a primavera
Patrão fora, dia santo na loja
Para grandes males, grandes remédios
Preso por ter cão, preso por não ter
Paga o justo pelo pecador
Para morrer basta estar vivo
Para quem é, bacalhau basta
Passarinhos e pardais,não são todos iguais
Peixe não puxa carroça
Pela boca morre o peixe
Perde-se o velho por não poder e o novo por não saber
Pimenta no cu dos outros para mim é refresco
Presunção e água benta, cada qual toma a que quer
Quando a esmola é grande o santo desconfia
Quem espera sempre alcança
Quando um não quer, dois não discutem
Quem tem telhados de vidro não atira pedras
Quem vai à guerra dá e leva
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não tem 
arte
Quem sai aos seus não degenera
Quem vai ao ar perde o lugar e quem vai ao vento perde o assento
Quem semeia ventos colhe tempestades
Quem vê caras não vê corações
Quem não aparece, esquece; mas quem muito aparece, tanto lembra que aborrece
Quem casa quer casa
Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa
Quem com ferros mata, com ferros morre
Quem corre por gosto não cansa
Quem muito fala pouco acerta
Quem quer festa, sua-lhe a testa
Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
Quem dá aos pobres empresta a Deus
Quem cala consente
Quem mais jura é quem mais mente
Quem não tem cão, caça com gato
Quem diz as verdades, perde as amizades
Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos
Quem não deve não teme
Quem avisa amigo é
Quem ri por último ri melhor
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto
Quem diz o que quer, ouve o que não quer
Quem não chora não mama
Quem desdenha quer comprar
Quem canta seus males espanta
Quem feio ama, bonito lhe parece
Quem não arrisca não petisca
Quem tem boca vai a Roma
Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão
Quando um cai todos o pisam
Quanto mais depressa mais devagar
Quem entra na chuva é pra se molhar
Quem boa cama fizer nela se deitará
Quem brinca com o fogo queima-se
Quem cala consente
Quem canta seus males espanta
Quem comeu a carne que roa os ossos
Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro
Quem muito escolhe pouco acerta
Quem nada não se afoga
Quem nasceu para a forca não morre afogado
Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
Quem não sabe é como quem não vê
Quem não tem dinheiro não tem vícios
Quem não tem panos não arma tendas
Quem não trabuca não manduca
Quem o alheio veste, na praça o despe
Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso
Quem paga adiantado é mal servido
Quem parte velho paga novo
Quem sabe faz, quem não sabe ensina
Quem tarde vier comerá do que trouxer
Quem te cobre que te descubra
Quem tem burro e anda a pé mais burro é
Quem tem capa sempre escapa
Quem tem cem mas deve cem pouco tem
Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita
Quem tudo quer tudo perde
Quem vai ao mar avia-se em terra
Quem é vivo sempre aparece
Querer é poder
Recordar é viver
Roma e Pavia não se fez em um dia
Rei morto, rei posto
Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
Santos da casa não fazem milagres
São mais as vozes que as nozes
Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade
Todo o homem tem o seu preço
Todos os caminhos vão dar a Roma
Tristezas não pagam dívidas
Uma mão lava a outra
Uma desgraça nunca vem só
Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
Vozes de burro não chegam aos céus
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades