terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Planta venenosa. Co-habitamos com ela e não sabemos!

M/amigas/os: Saúde e vida para todas/os ...

Embora não tenha qualquer certeza sobre aToxidade desta planta, como a mensagem me foi enviada por um amigo em quem confio, vou passá-la primeiramente para ninguém seja vítima; depois, pode ser que alguém de vocês consiga que seja feita a necessária análise.
 
Em Espanha, as farmácias distribuíram desdobráveis com a descrição desta planta que sabia que era venenosa ou tóxica, mas não sabia que era tão fulminante.
Esta planta ornamental temo-la, normalmente, em nossas casas. A informação é verdadeira  e, se pesquizarmos na Internet (Google) encontramos exactamente a mesma informação deste e-mail.
Tenham cuidado e evitem esta planta. Se a tiverem não a manipulem sem o devido cuidado.


VIVIENDO CON EL ENEMIGO: DIFFEMBACCHIA CAMILA. URGENTE

 
Saudação cordial:

Nunca este meio foi tão necessário para enviar uma mensagem tão  urgente quanto esta, embora, por vezes, se possa pensar que existe alarmismo desnecessário.

Esta história é verdadeira e  passou-se com um familiar meu, na semana passada... 

Peço que a divulguem....

Esta planta tão linda que vemos na foto, chama-se difembaquia da variedade camila, que se comercializa como uma formosa planta decorativa,  de  aparência inofensiva. 

Na realidade contém um dos venenos mais tóxicos e poderosos da natureza.

O meu familiar, há quatro dias, estava a regar as plantas do seu escritório e, por un acto irreflectido,  levou à  boca, durante menos de um segundo, um pequeno pedaço de uma folha de uma difembaquia como a da foto. Imediatamente sentiu o ardor de uma queimadura... correu para o sanitário e, ao ver o seu rosto reflectido no espelho, ficou em pânico por constatar que estava a ficar totalmente roxo. A língua ficou bastante inchada...

Um amigo que estava com ele, levou-o num táxi à Clínica Colombia de Sanitas.... O trajecto, de pouco mais ou menos meia hora, pareceu-lhe uma eternidade... aumentava-lhe a dificuldade em respirar  e a dor intensa que sentia nas vias respiratórias era insuportável.
 
O amigo do meu familiar teve o cuidado de levar um pedaço da  planta para a clínica. Ao chegarem  atendieram-no de imediato e prestaram-lhe os primeros socorros  através de medicamentos à base de corticóides para atenuar a hiperactividade bronquial e recebeu oxigénio. Foi internado na Unidade de Cuidados Intensivos e os médicos temeram que pudesse não sobreviver a uma paragem cardíaca. Estiveram prestes a entubá-lo. Apesar da rápida assistência, os seus órgãos respiratórios internos sofreram  graves lesões... Um dos pulmões começou a colapsar, a parte interior das vias aéreas superiores encheu-se de chagas, a boca de aftas e a dor era tão intensa que nem a morfina o aliviava.
 
Na UCI permaneceu até sábado.
Os médicos ficaram admirados por ele ter sobrevivido mais de dez minutos ao contacto com a venenosa planta...
Li algo sobre esta planta na internet e só uma página sobre plantas ornamentais indica, de maneira aproximada, qual é o seu nível de toxicidade, que é, na verdade, extremo...
Sabe-se que a seiva leitosa concentrada no talo e junto ao pecíolo da folha, é usada tradicionalmente por indígenas amazónicos para envenenar a ponta dos seus dardos de caça. O simples contacto da mão sobre os olhos após a sua manipulação, produz cegueira temporaria. Pode causar a morte de um bébé em pouco menos de dez segundos e normalmente asfixia uma pessoa em pouco menos de vinte minutos.... Nunca se deve manipular sem luvas de cabedal ou borracha e sempre com extrema precaução.
A informação disponivel na internet trivializa a sua potência letal... Como é tão popular, será conveniente que as pessoas conheçam as suas características naturais para que possam decidir se vale a pena tê-la como ornamento, quando um simples contacto casual, acidental ou provocado pode causar-nos a morte em poucos instantes.
Peço-vos para reenviarem esta mensagem a todos os vossos contactos; podemos salvar alguna vida e em todo o caso, advertimos do perigo da sua presença na nossa companhia.


Sem comentários: