terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Artigo no Jornal de Negócios

NOTA: ARTIGO NO JORNAL NEGOCIOS...
 
 
 
 
 
Os modelos de avaliação do desempenho por objectivos tiveram os seus resultados mais desastrosos na banca. Objectivos quantitativos de mais crédito concedido, mais - clientes, mais cartões de crédito, mais empréstimos para compra de casa, mais subscritores de fundos de investimento, mais e mais e mais... têm na base o funcionário da agência e chegam ao topo com mais lucros, mais valorização das acções...
Como toda a subida tem um limite, a partir de determinada altura começou a inventar-se. A conduzir mal o carro para chegar ao Céu. E lançaram-nos a todos para o Inferno. Alguns, como se tem visto no Reino Unido, insistem em considerar que estavam a ser avaliados com os melhores critérios e, apesar dos seus bancos terem sido salvos pelo dinheiro dos contribuintes, querem continuar a receber os prémios.
O modelo de avaliação por objectivos, inspirado na parábola do burro e da cenoura, é ainda o melhor que temos para aumentar a produção em empresas grandes e impessoais, onde ninguém se sente necessário.
Definir um número que é preciso atingir é um método simples, entendido por todos. Não garante, como se tem visto, a vida da empresa e pode até conduzir à sua morte.
A avaliação por objectivos tem de ser repensada. Como elementos qualitativos e, de preferência, criando empresas menos impessoais.

 
 
 

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